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XVII Capítulo Geral

Dia 30 de Julho

Bem cedo as Irmãs tomaram o pequeno almoço e saíram de autocarro rumo a Viana do Castelo para um dia de passeio, de descontracção e convívio fraterno. Com as Irmãs seguiu o Frei Armindo Carvalho, Provincial da Ordem dos Frades Menores.
Depois da oração de Laudes no autocarro houve um tempo para recuperar os “sonos” perdidos ou em atraso. Chegadas a Viana do Castelo, depois de umas voltinhas “a mais”, fomos saudadas pela nossa guia, que nos iria acompanhar ao longo da nossa visita à cidade, uma Vianesa de gema, a ressumar “chieira”, nada melhor para puxar Viana aos píncaros da sedução.
A visita iniciou pelo Museu do Traje que ilustra bem as grandes tradições das gentes, particularmente da mulher de Viana, no seu bom gosto de trajar e ourar. Desde as indumentárias, incrustadas de bordados coloridos, à joalharia, com os motivos tradicionais Vianenses das contas, dos brincos à rainha e dos corações de filigrana.
Pelo meio dia fomos celebrar a Eucaristia à Paroquia de Monserrate, no Convento de S. Domingos, onde se situa o túmulo do Beato D. Frei Bartolomeu dos Mártires, um Arcebispo que ainda teve jurisdição numa parte da actual diocese de Bragança-Miranda. Fomos muito bem recebidas e, porque as relações entre Dominicanos e Franciscanos tradicionalmente é a melhor do mundo, o Frei Armindo sentiu-se como o “peixe na água” neste espaço de tradição Dominicana. Acolhemo-nos à protecção do Beato que muito brevemente será canonizado, neste que foi o momento alto da nossa visita a Viana.
Depois do almoço suculento no Restaurante Laranjeira prosseguimos o passeio pelo centro histórico, praça da República com os seus monumentos emblemáticos, até à Sé Catedral, que também visitámos.
Ainda durante a tarde a visita derivou para o Navio-hospital Gil Eanes, glória dos estaleiros navais de Viana. Em 1955 foi lançado ao mar, tendo prestado apoio às atividades de pesca do bacalhau, nas águas da Terra Nova, no Grande Banco e na Gronelândia. A sua função justificava-se porque as embarcações pesqueiras portuguesas encontravam-se rotineiramente isoladas por vários meses naquelas águas. Mais tarde, já desmantelado e sem poder cumprir novas missões em mar, a Câmara Municipal de Viana adquiriu-o, recuperou-o e, ancorado no porto de pesca, tem a função de espaço museológico e Pousada da Juventude. Finalmente a subida ao Monte de Santa Luzia e a visita ao Templo de Santa Luzia e do Sagrado Coração de Jesus deu o remate a este dia feliz. Depois foi o regresso a Bragança.

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