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XVII Capítulo Geral

Dia 27 de Julho

A vegetação existente numa das margens do Rio Fervença é um dos tesouros da natureza que é possível contemplar pela manhã por algumas capitulares. É assim, porque as capitulares ficam hospedadas na Comunidade de Santa Clara e na Comunidade do Colégio São João de Brito, em Bragança.
Também de tesouro, nos falava o Evangelho escutado na Eucaristia. A propósito desta parábola, o P. Pina Ribeiro lembrava-nos que a vida consagrada se explica pelo facto de havermos encontrado em Cristo o tesouro. Nós estamos aqui porque Cristo nos atraiu para Ele. Desta forma não se deve pôr o acento na renúncia, mas naquilo que se alcança. A castidade é a oblação do nosso ser a Deus e, por conseguinte, o voto de castidade torna-se TERNURA. A pobreza é desposar-se com Cristo pobre e com seus irmãos pobres. A obediência é o encanto pela vontade de Deus que nos chega pela mediação de pessoas e acontecimentos. Como aquele que encontrou o tesouro na parábola, quem segue um carisma faz coisas supra-racionais. A vida religiosa tem de seguir a via da beleza, da contemplação de Deus, que é o tesouro.
A manhã foi dedicada à realização dos trabalhos dos grupos. Fazendo a análise do estado da Congregação em vários pontos e lançando pistas para o novo Governo Geral nos próximos anos.
Após o almoço, confecionado com muito gosto e esmero, e um breve período de descanso retomámos os trabalhos com o plenário e um debate sobre os aspetos mais focados nos trabalhos.
Fidelidade, felicidade e fecundidade requerem-se mutuamente e devem fazer parte da vida de uma consagrada, foi-nos lembrado na oração de vésperas.


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