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CONSAGRADAS PARA UNIR-SE A CRISTO

No dia 26 de julho de 2020, a família Religiosa das Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado teve a alegria de ser enriquecida por mais dois membros. Através da consagração dos votos de castidade, pobreza e obediência por toda a vida, as Irmãs Irene Muli e Verónica Nzive reafirmaram o seu compromisso de ”unir-se mais intimamente ao Senhor” mediante um “esforço constante de viver com perfeição a Caridade” perante a assembleia reunida na Igreja de Santa Maria, Mãe da Igreja, em Macedo de Cavaleiros.

A celebração Eucarística foi presidida por Sua Ex.cia Rev.ma D. José Cordeiro, Bispo de Bragança-Miranda, com a presença dos Padres Marianos, Eduardo Novo e Basileu Pires e ainda dois sacerdotes Missionários da Consolata, ambos de origem Queniana, tal como as duas Irmãs, a Ir. Verónica da Diocese de Mombassa e a Ir. Irene da Diocese de Machakos.
Depois de terem conhecido esta Congregação através do testemunho de outra Irmã Religiosa, em 2008 viajaram para Portugal para fazer uma experiência de vida fraterna. Fizeram a sua primeira profissão em Agosto de 2011 e, depois dos estudos académicos, têm-se dedicado a várias actividades de apoio a crianças e jovens e ao apostolado da Congregação, em comunidades de Portugal.
Na sua homilia D. José Cordeiro colocou este acontecimento em sintonia com o Evangelho proclamado: “somos chamados a encontrar o tesouro e a pérola (…) e a encontrarmo-nos com o Tudo da vida, como disso é expressão esta consagração na vida religiosa.” Situou a consagração das Irmãs numa “perspectiva e numa prospectiva missionária”, mas advertiu que não se trata apenas numa missão geográfica, mas “é esta missão do coração, porque o terreno é todo o mundo, é toda a pessoa, é toda a Igreja”. Lembrou que o tesouro referido no Evangelho “não é de dinheiro, de poder, de grandeza, mas é um tesouro de felicidade, de sentido de vida, de saber em Quem é que confiamos, de saber Quem é que nos ama, Quem nos quer bem.” Foi este tesouro que descobriram os santos e também Alzira Sobrinho, aquela a quem Deus confiou o carisma desta Congregação. D José salientou nesta mulher como “admirável a obediência, o amor e a paixão à Eucaristia que vence todas as dificuldades” e, nesse sentido, exortou as Irmãs a “ir às raízes, a ir à fonte” para “beber deste manancial” de fecundidade no testemunho de Alzira. E isto “não apenas para as Irmãs, mas para todos aqueles que buscam este Tesouro, pois ela o encontrou.”
E o Prelado continuou: “que isto nos interpele a todos e sobretudo a vós, Irmãs, que ides hoje fazer a consagração perpétua, isto é a inteireza do vosso coração e da vossa pessoa para toda a vida e com toda a vida, com todo o coração. Amai Jesus Cristo, apaixonadamente, (…) amai a Igreja, amai os pobres, amai a Eucaristia, a celebração da Eucaristia que é a fonte, o sacramento da caridade, porque sem isso nada podemos fazer com sentido!” Citou S. Paulo VI para lembrar que “uma Congregação Religiosa que não é profética vai morrendo aos poucos”, e esclareceu que “ser profético é viver o Evangelho, ser profético é amar apaixonadamente, como a Ir. S. João Evangelista, a Eucaristia e viver, até ao fim do fim, por esta “Santa Causa”.
A celebração foi transmitida on-line, através da Rádio Onda Livre de Macedo de Cavaleiros na página do facebook da Congregação e assim todas as comunidades de SFRJS, bem como familiares e amigos das Irmãs, que impossibilitados de estar fisicamente presentes, puderam seguir de um modo mais intenso este momento tão marcante.
De seguida, as Irmãs e um número restrito de convidados, partilharam uma refeição fraterna, no Centro D. Abílio Vaz das Neves, para completarem o regozijo da comunhão.


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