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Em Assunção com Maria

“Apareceu no céu um sinal grandioso: uma mulher revestida com o sol e a lua debaixo dos pés; na cabeça uma coroa de doze estrelas”. É assim que a Liturgia saúda a Virgem Nossa Senhora, na sua Assunção ao Céu, celebrada a 15 de Agosto.

Neste dia também as Irmãs da Congregação das SFRJS se sentem sustidas nos braços de Deus que lhes manifesta tão grande amor. Neste dia a Congregação celebra o aniversário da sua erecção canónica e renova-se na alegria pelo dom da vocação de tantas das Irmãs.

Neste ano de 2018 regozijámo-nos com o aniversário de 60 anos da Consagração da Ir. Piedade Rodrigues, as Bodas de Ouro das Irmãs Emília Santos, Calvário Costa, Glória Fernandes e Judite Pires e ainda as Bodas de Prata da nossa Ir. Emília Torres.

Unimo-nos à Eucaristia paroquial das 11.30 horas, em Macedo de Cavaleiros, na Igreja de Santa Maria Mãe da Igreja. Presidiu o Bispo de Bragança-Miranda, D. José Manuel Garcia Cordeiro, sendo concelebrantes o Provincial dos Frades Menores em Portugal, Frei Armindo de Jesus Carvalho, o Moderador da Unidade Paroquial da Divina Misericórdia, Pe. João Carlos Roma Leite, MIC, o Cónego Silvério Benigno Pires e o Cónego Manuel Inácio de Melo.

A Eucaristia foi animada por um grupo de Irmãs Religiosas e alguns familiares das festejadas. Na sua homilia D. José Cordeiro saudou as Irmãs e os familiares das Irmãs que celebravam os seus jubileus, mas lembrou também o Bispo emérito D. António Montes Moreira, que nesse dia também assinala o aniversário da sua profissão religiosa, perfazendo este ano o 67º aniversário.

D. José Cordeiro referiu que “celebrar a Assunção de Nossa Senhora é celebrar a sua Páscoa”, mas advertiu que “a Páscoa de Maria só tem sentido na Páscoa de Cristo” e que “não tem sentido dizer «eu cá tenho a minha fé», um cristão não tem a sua fé, tem a fé da Igreja”.

O Prelado de Bragança falou desta festa como uma “festa de acção de graças, pela consagração religiosa destas Irmãs”. Referindo-se ao Evangelho do dia disse que este mote de acção de graças é dado pela exclamação de Isabel, que é também uma profissão de fé: «Donde me é dado que venha ter comigo a mãe do meu Senhor?»” e pelo canto de Maria “o Magnificat, considerado o mais belo poema de todos os tempos.” E continuou D. José referindo-se às Irmãs festejadas: “Não é apenas a festa delas, é a festa da Igreja. Elas escolheram uma forma de vida comunitária. A vida de comunidade não é fácil, mas é um caminho de alegria e de santidade” pois “quando nos amamos, descobrimos que a fonte do amor é Deus. É a beleza de um caminho de assunção, tal como o de Nossa Senhora.”

D. José referiu-se a um cântico que ainda hoje se canta no oriente, em que os cristãos, no tempo do Natal, se interrogavam sobre o que poderiam oferecer ao Menino recém nascido: “Que coisa te ofereceremos, ó Cristo, por te haveres mostrado sobre a terra como homem? Cada uma das criaturas por ti criada oferecer-te a sua gratidão: os anjos, o hino; os céus, a estrela; os Magos, os dons; os pastores, a sua admiração; a terra, uma gruta; o deserto, a manjedoura; mas nós o que te havemos de oferecer?” E concluíam: “Nós oferecemos-te uma Mãe Virgem!” D. José concluía: “nós assemelhamo-nos tanto a Ela como filhos de Deus, que só por meio dela poderemos oferecer-nos a nós próprios, porque ela sendo igual a nós, já é aquilo que nós gostaríamos de ser. Ela é, como a Liturgia canta, “a ponte que eleva os homens ao céu, o pórtico de entrada para o insondável mistério”.

D. José Cordeiro desejou que “a longevidade desta Congregação continue a ser sinal de esperança, porque uma Congregação não se vê apenas pelo número de vocações”, pois “a lógica de Deus é que cada um que foi chamado por Deus, é chamado a ser como este círio, símbolo da Páscoa de Cristo, para arder até ao fim” e pediu “que todos, com Maria, cantemos, na língua e no coração e sobretudo na vida: “O Todo Poderoso fez em mim maravilhas, exaltou os humildes”.

Depois da celebração as Irmãs e todos os convidados passaram ao Centro D. Abílio Vaz das Neves para o almoço, dentro deste contexto de alegria e de louvor. O encontro e a partilha foram-se expressando ao longo da tarde das mais diversas formas até culminar em cânticos, abraços e sorrisos, em presentes e no indispensável corte do bolo, entre os parabéns e os aplausos entusiasmados.

Sim todos cantamos com a alma glorificando o Senhor!


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