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Celebração de S. Francisco

A celebração do Pai S. Francisco é uma das mais significativas no ano litúrgico das Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado.
Um pouco por todas as comunidades esta celebração foi assinalada, mas partilharemos duas vivências mais significativas na Casa Geral da Congregação e na Sede da Delegação de Nossa Senhora Mãe de África:

Em Bragança as duas comunidades presentes nesta cidade celebraram no dia 3 de Outubro o Trânsito de S. Francisco, na Igreja de S. Francisco, com um grupo de leigos, jovens e adultos para assinalar a passagem do Santo de Assis para a Pátria celestial. Foi um momento familiar e de muita densidade espiritual.

No dia 4, a Eucaristia na Igreja de S. Francisco foi participada por largo número de pessoas e presidida pelo Sr. D. José Cordeiro, Bispo da Diocese de Bragança-Miranda, na Igreja de S. Francisco, marcou o dia uma celebração na Capela da Casa de Santa Clara, em que fez renovação de votos a Ir. Maria Joaquina Cachipa, angolana. Seguiu-se o jantar de confraternização.
E em Angola?...
Louvado seja o Altíssimo, Omnipotente e bom Senhor pelo dia 4 de Outubro do ano do Senhor 2017 na sede da delegação Nossa Senhora Mãe D’África.
Reza a tradição que neste dia 90% das irmãs desta delegação fizeram ecoar a memória do seu primeiro “sim” pois é uma data marcante para cada uma.
Para a Família Franciscana reunida na comunidade Santo Antonio, no Cavaco, Benguela foram os nossos grandes motivos de celebração: a renovação dos votos das irmãs Itaclaria e Angelina e a celebração fraterna da festa do nosso pai Seráfico S. Francisco.
Houve a celebração da Santa Missa presidida pelo Sr. D. Óscar Lino Braga, bispo Emérito da Diocese de Benguela e concelebrada pelos senhores padres Matias e Feliciano. Para as Irmãs uma palavra ficou vincada: é estreito o caminho e a vereda, e apertada a porta onde entrarmos para a vida eterna e são poucos os que caminham por esta vereda e entram por esta porta. (cf. Mat 7, 14)
É de notar que os irmãos visitadores do sacrário vieram festejar também com as Irmãs, por isso devemos uma alegria mútua e uma oração universal para esta família enorme e todos os lugares onde se encontram os franciscanos.
Diz-se que “as mãos pobres é que dão generosamente”, assim abrirmos as nossas mãos para um almoço simples com a boa participação das irmãs Franciscanas e não só.
A Ir. Albertina Pelágio e as postulantes brindaram a nossa tarde com peças teatrais, canções, danças e diversas formas de animações que muito nos ajudaram a viver esta fraternidade característica típica do franciscanismo.

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